Engenharia
Engenharia de aplicação
Ajudamos a escolher a liga, a norma e a condição de fornecimento certas para o serviço da peça, antes da compra. Quando uma peça falha, investigamos a causa e indicamos o material ou o processo que resolve.
O que fazemos
- Seleção de material por temperatura, pressão e meio corrosivo (cloretos, H₂S, ácidos, oxidação em alta temperatura)
- Equivalência entre normas e designações: UNS, ASTM/ASME, EN/W.Nr., ABNT/SAE e nomes comerciais
- Revisão de especificação de compra: norma por forma de produto, tratamento térmico, ensaios e certificado
- Análise de falha: exame da peça, ensaios no laboratório e relatório com causa provável e recomendação
- Substituição de liga importada ou fora de linha por equivalente disponível, com justificativa técnica
- Definição de ensaios e critérios de aceitação (PMI, dureza, tração, Charpy, NACE MR0175 / ISO 15156)

Materiais
Capacidade, dimensões máximas e prazo sob consulta: envie o desenho. Ver ligas em estoque.
Como funciona a seleção de material
Partimos das condições reais de serviço: faixa de temperatura, pressão, meio corrosivo, esforços mecânicos e vida útil esperada. Com isso comparamos as ligas candidatas por resistência mecânica na temperatura de trabalho, resistência à corrosão (PREN, limites em cloretos, limites da NACE MR0175 / ISO 15156 para H₂S), soldabilidade e disponibilidade. O resultado é uma recomendação com a liga, a norma de cada forma de produto e a condição de tratamento térmico. Para uma primeira triagem, use o seletor de aço por meio corrosivo e a calculadora de PREN, ou compare as famílias em duplex e superduplex e ligas de níquel.
Análise de falha
Quando uma peça trinca, corrói ou se desgasta antes do previsto, a análise começa pelo histórico de operação e pelo exame da fratura ou da superfície atacada. Depois vêm os ensaios no nosso laboratório: PMI para confirmar a liga, dureza para conferir o tratamento térmico e, quando há material da mesma corrida, tração e Charpy. O relatório aponta a causa provável (liga trocada, tratamento térmico fora da faixa, meio mais agressivo que o previsto, fadiga, corrosão sob tensão) e a correção: outra liga, outro tratamento ou outro processo de fabricação.
Equivalência de normas e substituição de liga
Muitos desenhos citam normas estrangeiras, nomes comerciais ou ligas fora de linha. Fazemos a equivalência entre UNS, ASTM/ASME, EN/W.Nr., DIN, ABNT/SAE e nomes comerciais, e mostramos onde ela é só aproximada (faixas de composição, tratamento ou ensaios diferentes). Quando a liga pedida não está disponível, propomos uma substituta com desempenho igual ou superior, com a justificativa técnica para aprovação do cliente.
O que enviar
Envie o desenho ou a especificação atual, as condições de serviço (temperatura, pressão, meio, concentração, cloretos, H₂S), a norma do equipamento e a quantidade. Em análise de falha, inclua fotos, o histórico de operação e, se possível, a própria peça.
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Perguntas frequentes
Que informações preciso enviar para a seleção de material?
Temperatura de operação (mínima e máxima), pressão, meio (composição, concentração, pH, cloretos, H₂S), vida útil esperada, forma e dimensões da peça e a norma do equipamento, se houver. Com isso indicamos as ligas candidatas e a norma de compra de cada forma.
A Dustre indica material para serviço com H₂S?
Sim. Em serviço ácido (sour service) a seleção segue a NACE MR0175 / ISO 15156, que fixa para cada família limites de dureza, temperatura e pressão parcial de H₂S. Indicamos a liga e a condição de tratamento que atendem e incluímos a dureza medida no certificado.
A Dustre faz esse serviço em material do cliente?
Sim, desde que a liga e a especificação estejam definidas. Também podemos fornecer o material do nosso estoque, com certificado EN 10204 3.1.